sábado, 16 de abril de 2011

Ex-alunos e voluntários pintam muro de escola em Realengo



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Cerca de 50 ex-alunos e voluntários se reuniram na manhã deste sábado para pintarem o muro da escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo. Foto: Futura Press
Ex-alunos e voluntários pintaram o muro da Escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo
Foto: Futura Press

Um grupo de cerca de 100 voluntários, funcionários e ex-alunos pintaram o muro e reformaram as instalações da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado.
Na parte externa da escola, o muro que era da cor verde foi pintado de branco. No interior, as salas de aulas foram reorganizadas. A manifestação terminou no fim da manhã, quando os participantes cantaram o hino da escola e deram um abraço simbólico no prédio. "As pessoas estavam reunidas com muito amor para fazer com que a volta dos alunos seja a mais tranquila possível. Viemos mudar o layout para que as lembranças não sejam fortes", disse uma voluntária.
O estudante Marcos Vinícius, 10 anos, aluno da 5ª série, afirmou que está animado com a nova arrumação do colégio. Ele estava na escola no dia do ataque, quando 12 crianças foram mortas pelo um atirador Wellington Menezes, e acha que a tragédia deve ser superada. "O passado tem que ficar para trás nas nossas mentes. Quero voltar a estudar e ter uma vida normal", disse o menino, que escapou do massacre porque a sala de aula onde estudava não foi uma das invadidas pelo matador.
Na volta às aulas, na segunda-feira, estão previstas atividades artísticas e culturais. A Secretária Municipal de Educação quer promover uma readaptação dos alunos. Durante a semana, professores e famílias de alunos foram atendidos por equipes de psicólogos.
Atentado
Um homem matou pelo menos 12 estudantes a tiros ao invadir a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril. Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, era ex-aluno da instituição de ensino e, segundo a polícia, se suicidou logo após o atentado. O atirador portava duas armas e utilizava dispositivos para recarregar os revólveres rapidamente. As vítimas tinham entre 12 e 14 anos. Outras 18 ficaram feridas.
Wellington entrou no local alegando ser palestrante. Ele se dirigiu até uma sala de aula e passou a atirar na cabeça de alunos. A ação só foi interrompida com a chegada de um sargento da Polícia Militar, que estava a duas quadras da escola quando foi acionado. Ele conseguiu acertar o atirador, que se matou em seguida. Numa carta, Wellington não deu razões para o ataque - apenas pediu perdão a Deus e que nenhuma pessoa "impura" tocasse em seu corpo.
Agência Brasil
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

PACTO PELO PARÁ

sábado, 9 de abril de 2011

Menino religioso foi o único a ter a clemência de atirador

Mateus Moraes, 13 anos, orou, pediu para não ser morto e ouviu do assassino dos colegas: 'Fica tranquilo, que não vou te matar'

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro | 07/04/2011 19:20
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Foto: Leo Ramos
Mateus Moraes conta que pediu a Deus e teve clemência do atirador
Mateus Moraes, 13 anos, foi talvez o único aluno que teve a clemência do atirador Wellington Menezes, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo. Enquanto o criminoso disparava, frio e impassível contra seus colegas, Mateus orava perto do quadro negro, sem ser incomodado, na sala 1801, no primeiro andar do prédio da escola. 
“Eu estava em pé e era um dos mais nervosos. Pedi para ele não me matar, e ele disse: ‘Fica tranqüilo, gordinho, que não vou te matar.’ E não atirou em mim”, contou o menino.
Uma possível explicação, acredita Mateus, é o fato de que ele ficou o tempo todo orando. Fiel da Igreja Assembleia de Deus, o menino atribui a uma força superior o fato de ter saído vivo do ataque. “Deus me protegeu.”
O atirador andava calmamente pela sala, disparando contra as crianças, principalmente na cabeça e no tórax.
 De acordo com a Polícia Militar, Wellington invadiu a instituição de ensino por volta das 8h e disparou contra alunos. A direção da escola informou que o homem - que era um ex-aluno - se passou por um palestrante para entrar na instituição de ensino.
Ao chegar ao local, primeiro ele teria procurado uma professora que já tinha lhe dado aula no passado. Como não a encontrou, subiu para o primeiro andar, foi em duas salas do oitavo ano do Ensino Fundamental e efetuou disparos.


Postado Por Alair Alcântara


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Atentado em escola no Rio é destaque na impresa internacional


O Atentado em Escola no Rio, em Realengo, ganhou destaque em canais de televisão e jornais online da impresa internacional.  A notícia começou a ser veiculada em sites internacionais pouco depois do início da transmissão do incidente pela televisão brasileira. 

O diário italiano La Repubblica destacou em seu site a entrevista concedida por Rosilane de Oliveira, irmã de criação do atirador, Wellington Menezes de Oliveira. Segundo a irmã, de 49 anos, ele não tinha amigos e ultimamente havia deixado a barba crescer após se interessar por temas islâmicos. 

Outro diário britânico, o The Daily Telegraph, também citou Roni de Macedo, a identificação do atirador como sendo Wellington Menezes de Oliveira e testemunhas, que contam que os tiros começaram por volta das 8h30 da manhã desta quinta-feira.

O jornal americano The Wall Street Journal afirma que a tragédia "chocou a sociedade tradicionalmente familiar do Brasil, onde a violência contra crianças é rara. A escola fica em Realengo, no oeste de uma cidade conhecida por suas praias e belezas naturais".
Já o The Washington Post relatou que "pais aterrorizados correram para a escola e imagens de televisão os mostravam chorando e gritando, pedindo informações sobre seus filhos".
Acompanhe AO VIVO - As úlitmas notícias sobre o Atentado em escola no Rio 


TV. A rede de televisão árabe Al-Jazeera noticiou na internet que os tiros teriam sido disparados por Wellington Menezes de Oliveira, "que seria um ex-estudante na escola".  "A polícia afirmou que ele deixou uma carta afirmando que queria cometer suicídio", segundo a nota da Al-Jazzeera. 

A rede de televisão americana Fox News acrescentou que "um hospital improvisado foi montado em um campo de futebol para das os primeiros socorros às vítimas antes de levar os casos mais graves para o hospital".
Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link www.amigodecristo.com 
Inforamções Estadão


Postado Por Alair Alcântara


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